Saiba agora como anda o desenvolvimento do PIB no Pais!

O Brasil está em recessão há dois anos. Depois de postar uma taxa de crescimento do PIB de 3,5% ao ano, em média, por 10 anos, entre 2003 e 2013, aproximadamente os anos de Lula da Silva e Dilma Rousseff final de 2014, a recessão começou a s instalar. Uma recessão franca. O gatilho: a queda nos preços das commodities, da qual o Brasil, país continental é um gigante.

O Brasil é o quarto maior exportador mundial de commodities agrícolas: café, suco de laranja, açúcar, soja e frango. É o segundo maior exportador mundial de minerais: ferro, alumínio, metais preciosos. O Brasil também é muito dependente das importações chinesas, o que o torna vulnerável quando a demanda chinesa está afundando, como é agora. Quem quer que diga menos exportações, diz déficit do comércio exterior, reequilibrando o valor da moeda.

Os reais brasileiros perderam 50% de seu valor em 1 ano. NB: este post escrito é uma versão longa do bilhete de áudio desta manhã. Eu explico, em particular, por que eu cantarolar uma canção de Chico Buarque, no final, canção emblemática de protesto contra a ditadura dos anos 70 após um tweet sobre o evento que teve lugar no dia 28 de maio no Rio, com Caetano Veloso como uma estrela de convidado.

Por trás da crise econômica, a crise política

Ambos ainda estão muito conectados. O clima político é confiável e a confiança promove investimentos. Mas em 2015, o investimento caiu 15%, por conta do escândalo que levou à demissão de Dilma Roussef. O outro fator penalizador é a política monetária do banco central, que para combater o declínio dos reais elevou suas taxas chave. Eles são em torno de 13%.

Crise Econômica

As taxas sempre foram altas neste país, estamos realmente em um mundo monetário diferente do que conhecemos na Europa, mas quando passamos de 8 a 13% em poucos anos, isso tem um efeito recessivo sobre a economia, porque as empresas e as famílias emprestam menos. O que fez o Brasil crescer durante os anos Lula é, em particular, o acesso ao crédito bancário para uma parte maior da população. Essa nova classe média, estimada em 100 milhões de pessoas hoje, ou metade da população, consumiu excessivamente a crédito por um longo tempo, mesmo perto do superendividamento.

ESCUTANDO: um documentário filmado em Belo Horizonte e São Paulo em 2014 sobre o surgimento dessa classe média e sua fragilidade. Sempre atual! Brasil: um elevador social muito frágil Hoje em dia, os bancos fazem malabarismos com créditos que, segundo dizem, não funcionam no jargão, ou seja, que não podem ser reembolsados.

O risco é tanto maior quanto a taxa de desemprego dobrou desde 2012. Hoje estamos com 13%. Como resultado, as desigualdades estão se ampliando novamente neste país, que já é muito desigual. Isso é medido por um índice, o índice GINI. 1 é o máximo de desigualdade, 0 a situação em que todas as famílias têm a riqueza média. Este índice subiu novamente em 2016, está em 0,522 (na França é 0,331). É uma reviravolta após 10 anos de declínio, completamente o oposto do círculo virtuoso dos anos 2004-2014.

Michel Temer e sua política de austeridade

A dívida do país está agora em 65% do PIB, e o rating do país foi rebaixado várias vezes pelas agências de classificação. Para restaurar a confiança nos círculos econômicos e financeiros, o governo conservador de Michel Temer lançou medidas de austeridade sem precedentes e até aprovou uma lei que congela os gastos públicos no nível atual por 20 anos!

Até as escolas de samba de todo o país tiveram que fazer o carnaval para a economia este ano, isto é. Na Universidade do Rio, o retorno já está três meses atrasado. A situação social torna-se realmente deletéria, o que também explica a extensão da disputa. Porém, quanto mais esse desafio cresce, maior o risco de eleições antecipadas que impedem o Presidente Temer de implementar a isenção imposto de renda 2019 … o que preocupa a comunidade empresarial e fortalece ainda mais as forças recessivas. Estamos em um loop totalmente vicioso.

Situação econômica

O Brasil é a oitava maior economia do mundo. Após uma década de forte crescimento (2002-2013), entrou na maior recessão de sua história em 2015 (-3,8% do PIB) e em 2016 (-3,6%). Esta crise econômica sem precedentes deveu-se à queda dos preços das commodities, consumo e investimento. Em 2017, a economia recuperou ligeiramente e o PIB cresceu 0,7%. O ajuste orçamentário e as condições econômicas favoráveis ​​estimularam esse crescimento.

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